
Neïl Beloufa
Exposições · MAC/CCB
Em 2015, um inquérito dava conta que um terço dos norte-americanos apoiava o bombardeamento de Agrabah, a cidade imaginária de Aladino. Quinze por cento manifestaram incerteza. Uma piada, sim, mas também uma marca dos tempos: a confusão voluntária entre ficção e geopolítica. Naquela que é a sua primeira exposição em Portugal, o artista franco-argelino Neïl Beloufa cria no MAC/CCB um percurso no qual o público interage com objetos e experimenta capítulos de um jogo de computador ao vivo (um posto de interrogação, um cenário do filme em Agrabah, um arquivo, um karaoke, um quarto de dormir, quartéis militares, etc.). A cada interação do visitante, o seu percurso é registado através da ativação de sensores ou de um controlo algorítmico, transformando-o em agente ativo da narrativa ficcional. Curadoria Marta Mestre


















