IBEJADA
com Núcleo Ajeum
IBEJADA mergulha nas dualidades de Íbéjì — coragem e cautela, impulso e cuidado — para celebrar a força da irmandade. Em movimentos que oscilam entre o real e o fantástico, os intérpretes-criadores tecem uma narrativa doce e vibrante, onde a alegria se revela gesto de resistência e celebração coletiva. Um convite para rir, se emocionar e reconhecer no outro um espelho de si. Com direção de Djalma Moura e dramaturgia de Jhonny Salaberg IBEJADA mergulha nas dualidades de Íbéjì — coragem e cautela, impulso e cuidado — para celebrar a força da irmandade. Em movimentos que oscilam entre o real e o fantástico, os intérpretes-criadores tecem uma narrativa doce e vibrante, onde a alegria se revela gesto de resistência e celebração coletiva. Um convite para rir, se emocionar e reconhecer no outro um espelho de si. Com direção de Djalma Moura e dramaturgia de Jhonny Salaberg.
Ter coragem e se lançar na vida, ter cautela e cuidado com excessos. A força dupla revela um diálogo entre o impulso e a atenção, se por um lado somos convidados a desfrutar a vida com alegria na realização dos desejos, por outro lado o olhar de atenção para medir os perigos se fazem presentes. Uma experiência doce como o mel colhido de um enxame de abelhas.
São os frutos desenvolvidos por um mesmo ramo que nos convoca a ter uma vida plena, leve e próspera criando e renovando laços de irmandade. A alegria é sintoma de prazer externalizado em sorrisos, surpresas e curas, que na energia de Íbéjì ganham aqui movimentos de equilíbrio.
Um não existe sem o outro e é nesse vínculo de irmandade que as mãos se entrelaçam na pulsão de vida e transformação para uma alegria plena por uma vida toda, para uma comunidade saudável ou simplesmente para rir de si e junto ao outro.
O espetáculo IBEJADA parte da pesquisa das dualidades. O quanto cada lado cria um necessário espaço para ser uma completude como um todo. A partir das simbologias de Íbéjì os intérpretes criadores são instigados a construir narrativas que dialoguem com a ludicidade das suas próprias infâncias bem como provocar estímulos físicos, corporais, sonoros e visuais tendo uns aos outros enquanto irmãosinseparáveis.
O pensamento da direção e concepção de Djalma Moura que traz sua assinatura coreográfica para o trabalho, reinventa uma movimentação que flerta entre a concretude do diálogo do gesto e o fantasioso de um mundo inventado, onde os intérpretes são imagem e reflexo do outro.
O exercício de irmandade perpassa por toda a obra como um desafio a ser lembrado, se questionando a todo momento formas de estar e chegar junto ao seu “irmão” em cada travessia coreográfica.
A dramaturgia de Jhonny Salaberg estreita essa relação entre o que é real e a reinvenção espiralar da narrativa entendendo a travessia como um rio, uma floresta, um espaço cênico a ser desvendado reinventando imaginário em diálogo com o conceito de realismo fantástico. Realidade e fantasia em colisão, causando uma espécie de delírio e…


![Projetos em tecelagem [avançado]*](https://wsrv.nl/?url=https%3A%2F%2Fwww.sescsp.org.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2025%2F03%2FINTRODUCAO_A_TECELAGEM_2024-01-30-20-31-39-2.jpg&w=640&output=webp&q=78&we)








