
DESMONUMENTO
DESMONUMENTO O que permanece de uma estrutura quando sua matéria começa a ruir? Em Desmonumento, o artista cearense Wellington Gadelha investiga as relações entre corpo, racialidade, arquitetura e estruturas de poder a partir de um elemento cotidiano da construção brasileira: o tijolo. A obra combina performance, arte sonora e cinema expandido. Em cena, fissuras e texturas do tijolo ganham novas proporções nas projeções, enquanto os sons produzidos pelo atrito da matéria se transformam em paisagens sonoras. A partir desse elemento tão comum, o artista reflete sobre os corpos que constroem os espaços e sobre as relações de pertencimento, fronteira e desigualdade que também atravessam a arquitetura. Serviço Temporada: 5 a 22 de novembro de 2026 Dias e horário: quinta a domingo, às 19h Local: Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ Lotação: 63 lugares, sendo 1 espaço para PCR, 1 assento para pessoa obesa e 1 assento reservado para acompanhante de PCR. Classificação indicativa: 12 anos Ficha técnica Concepção, performance e direção artística: Wellington Gadelha Dramaturgia: Thereza Rocha Performance e desenho sonoro: Kerensky Barata Câmera e performance visual: Felipe Almeida Cenografia: Estúdio Oficina | Dora Coelho Figurino: Isac Bento Coordenação de produção: Rafael Fernandes Produtora: Himiny Identidade visual: Charles Pereira Assessoria de imprensa: MercadoCom (Ribamar Filho e Victor Santos) Produção: Quafá Produções Realização: Plataforma Afrontamento

