
Esquenta - Flora Hibberd
Concerto indie-folk íntimo com Flora Hibberd a apresentar o novo álbum Mammoth na Casa Capitão
[PT] As canções de Flora Hibberd confundem-se com minuciosos trabalhos de tapeçaria. Inspirando-se tanto no rock e na synth-pop como em cantigas tradicionais do século XVII, mas sempre ancoradas na indie-folk, as suas músicas têm tanto de mundanas quanto de cósmicas, com alusões surrealistas e emoções à flor da pele.
O álbum de estreia, "Swirl", valeu-lhe rasgados elogios no ano passado, e o novo "Mammoth" soa a uma promessa cumprida. Produzido por Bem Lanz, de The National, é mais estranho e arrojado do que o disco de 2025, povoado por fantasmas da histórias e da pré-história, que vagueiam pelo presente e encaram o futuro de frente.
*Não há lugares sentados, nem marcados, nos concertos da Casa Capitão. Para garantir uma boa posição face ao palco, convém chegar cedo. E pronto para passar uma ou duas horas em pé.*
[EN] Flora Hibberd’s songs ressemble meticulously crafted tapestries. Drawing inspiration from rock and synth-pop as well as 17th-century folk songs, yet always rooted in indie-folk, her music is as mundane as it is cosmic, pulsing with surrealist allusions and raw emotions.
Her debut album, “Swirl,” earned her rave reviews last year, and the new “Mammoth” sounds like a promise fulfilled. Produced by The National'Ben Lanz, it’s weirder and bolder than the 2025 album, populated by ghosts of history and prehistory who roam the present and face the future head-on.

















