
Azymuth
Responsáveis por forjar um som totalmente novo ao fundirem jazz-funk com samba, criando o seu género único “samba doido”, os Azymuth são uma das bandas mais influentes do Brasil e, sem dúvida, uma das mais duradouras do mundo. Cinquenta anos após a sua formação, o trio já lançou mais de trinta álbuns e continua a atuar com a mesma energia e entusiasmo dos seus primeiros anos.
O mais recente álbum, Marca Passo, representa um marco profundo, sendo o primeiro longa-duração desde o falecimento do baterista fundador Ivan "Mamão" Conti em 2023, após a perda anterior do teclista José Roberto Bertrami em 2012.
Alex Malheiros, o único membro original ainda presente, encara a responsabilidade de preservar o legado musical da banda como um dever espiritual. Junta-se-lhe o igualmente dedicado Dudu Viana nos teclados, conhecido pelo seu trabalho com Roberto Menescal, Marcos Valle e João Bosco. Na bateria está Renato Massa, que já colaborou com nomes como Ed Motta e novamente Marcos Valle.
Para além da sua influência no jazz e no funk, o contributo dos Azymuth para a música eletrónica a nível global é inegável. Colaboraram com artistas como 4hero, Madlib e Jazzanova, e foram remixados por figuras como Theo Parrish, Ron Trent, Global Communication e Daniel Maunick.
**Não há lugares sentados, nem marcados, nos concertos da Casa Capitão. Para garantir uma boa posição face ao palco, convém chegar cedo. E pronto para passar uma ou duas horas em pé.**














